10 fatos sobre Leonardo Pareja poucos sabem
Quem foi Leonardo Pareja
Leonardo Rodrigues Pareja (1974–1996) foi um criminoso goiano que ganhou notoriedade nacional entre 1995 e 1996 por um sequestro na Bahia, pelas sucessivas fugas da polícia e por liderar uma rebelião no antigo Centro Penitenciário de Goiás (Cepaigo). Sua trajetória teve ampla cobertura da imprensa e se tornou um dos casos policiais mais conhecidos da década de 1990.
1. Ele nasceu em Goiânia
Leonardo Pareja nasceu em 26 de março de 1974, em Goiânia. Morreu aos 22 anos, em dezembro de 1996, dentro do Cepaigo, em Aparecida de Goiânia.
2. Veio de uma família que já teve boa condição financeira
Antes da decadência financeira da família, Pareja viveu na infância em um ambiente de classe média alta. Estudou piano e chegou a ter motorista para levá-lo à escola.
3. O primeiro crime ocorreu na adolescência
Segundo reportagens da época, seu primeiro delito foi aos 14 anos, quando furtou passes escolares enquanto trabalhava como office-boy na Secretaria da Educação de Goiás.
4. Escondeu o rosto com lençóis durante um sequestro
No sequestro de Fernanda Viana, sobrinha do então senador Antônio Carlos Magalhães, Pareja negociou com a polícia sempre coberto por lençóis para dificultar a ação de atiradores de elite.
5. Debochava da polícia durante a fuga
Depois de libertar a refém, permaneceu foragido por mais de um mês e telefonava para emissoras de rádio e televisão, concedendo entrevistas e desafiando publicamente as forças policiais.
6. Tocou violão durante a rebelião do Cepaigo
Durante a rebelião de 1996, Pareja subiu na caixa-d’água do presídio e tocou violão, cantando “Vida de Gado”, de Zé Ramalho. A cena foi registrada pela imprensa e transmitida para todo o país.
7. Deu autógrafos durante a fuga
Após escapar do Cepaigo com dezenas de presos e vários reféns, ele parou em um bar, conversou com curiosos, distribuiu autógrafos e comprou cigarros e bebidas antes de continuar a fuga.
8. Foi recapturado menos de 24 horas depois
Apesar da fuga cinematográfica, Pareja acabou preso novamente no dia seguinte, em um posto de combustíveis na cidade de Porangatu, no norte de Goiás.
9. Ajudou a escrever um livro sobre a própria vida
Em 1996, ainda preso, leu e aprovou o conteúdo do livro “Pareja: Vida Bandida”, que narrava sua infância e juventude antes do caso que o tornou conhecido nacionalmente.
10. Morreu após denunciar um plano de fuga
Em dezembro de 1996, Pareja informou à direção do presídio sobre um plano de fuga organizado por outros detentos. Pouco tempo depois, foi morto dentro da prisão por presos que o acusaram de delação.


