O disco-voador que pousou em Anápolis em 1976
Na noite de 23 de dezembro de 1976, por volta das 22 horas, um episódio considerado inexplicável pelo jornal Cinco de Março teria ocorrido na Fazenda Cabeceiras do Retiro, próxima a Anápolis e às torres de micro-ondas. O proprietário, Geraldo de Sousa Ramos, contou que saiu de casa com uma lanterna para verificar o chiqueiro quando percebeu uma claridade semelhante à de uma lâmpada fluorescente. Ao olhar para cima, afirmou ter visto, a cerca de dez metros de altura, um objeto estranho “em forma de um prato”, iluminando o caminho.
Segundo o relato publicado em 3 de janeiro de 1977, Geraldo inicialmente continuou andando, mas se assustou quando o objeto começou a acompanhá-lo e a emitir uma luz esverdeada. Ele então apontou sua lanterna para o objeto e a acendeu e apagou três vezes. A resposta, segundo o fazendeiro, foi imediata: o suposto disco apagou suas luzes, deslocou-se em grande velocidade, acendeu outra luminosidade de cor diferente e continuou piscando até desaparecer à distância.
O jornal procurou reforçar a credibilidade da testemunha, apresentando Geraldo como homem respeitado em Anápolis e na região, de “reputada honestidade”, religioso e chefe de família. O próprio fazendeiro, porém, não queria publicidade sobre o caso e evitou dar novos detalhes. A reportagem acrescentava que relatos de objetos luminosos e estranhos eram conhecidos na região entre Anápolis e Silvânia, inclusive entre motoristas que circulavam pelas estradas locais.


